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Artigos

Proporção de Produção de Embriões Fêmea e Macho na Fecundação In Vitro

Um dos grandes diferenciais que o Laboratório BIO oferece é a maior proporção de fêmeas nascidas pela técnica de fecundação in vitro, que gira em torno de 45 a 50%, comprovado por mais de 2.000 sexagens embrionárias, pela técnica de PCR, realizadas até setembro de 2002. Este resultado vem se comprovando na rotina de trabalho desenvolvido pela equipe técnica da BIO. Nos últimos 14 meses (agosto/2004 a outubro/2005), a BIO produziu mais de 9.000 prenhezes, sendo que 46,8% tiveram os seus sexos identificados como fêmeas.


 

Separação espermática por gradiente de densidade visando a sexagem de espermatozóides em bovinos

PEIXER, M.A.S. Separação espermática por gradiente de densidade visando a sexagem de espermatozóides em bovinos. [The use of differents density gradients for the bovine sperm separation and in vitro embryo production]. Brasília, 2001. Dissertação (Mestrado) – Faculdade de Medicina, Universidade de Brasília.

Resumo
Com o objetivo de desenvolver e adaptar métodos de sexagem de espermatozóides fundamentados na densidade das células espermáticas foram desenvolvidos experimentos de separação espermática utilizando gradientes de Percoll e de BSA. Para os experimentos, foram utilizados amostras de sêmen congelados de touros da raça Nelore e Simental. Para a sexagem espermática, foram elaborados cinco diferentes grupos: Grupo NaCl (GNaCl) – uma coluna de Percoll 45% sobreposta à outra de Percoll 90%, com centrifugação a 700g, por 30 minutos; Grupo Percoll 7 Colunas (GP7C) - Gradiente de Percoll com 7 colunas, denominadas Percoll 30%, 40%, 50%, 60%, 70%, 80% e 90%; Grupo NaCl-Modificado (GNaCl-M) – Gradiente Percoll 45/90; Grupo BSA (GBSA) - Gradiente Percoll 45/90, com centrifugação a 700g, por 30 minutos. O sedimento obtido foi ressuspenso e novamente centrifugado em gradiente de BSA constituído de 3 colunas sobrepostas (12,5%; 20% e 25%), com velocidade de 100g, por 5 minutos; Grupo Controle (GC) – Neste grupo, o sêmen foi descongelado e não sofreu passagens por gradientes de densidade. O sêmen foi analisado quanto à perda de acrossoma, patologias de cabeça, peça intermediária e cauda, bem como a integridade da cromatina. Os resultados indicam que as metodologias utilizadas não afetaram a integridade da cromatina dos espermatozóides. O GP7C induziu a uma perda total ou parcial do acrossoma. A utilização do GP7C e GNaCl–M levaram a uma relação macho:fêmea diferente de 1:1 com tendência a produção de fêmeas. Os trabalhos in vivo mostraram que a separação espermática visando a sexagem não foi viável para a produção de embriões viáveis, em vacas superovuladas.


 

Primeiros clones de vaca desenvolvidos no Brasil devem nascer ano que vem
Jornal: O GLOBO - 13/02/1999

Brasileiro escreve a primeira tese acadêmica sobre clonagem na América Latina

Um pesquisador brasileiro é o autor da primeira tese acadêmica sobre clonagem de mamíferos publicada na América Latina. A tese do professor de veterinária Luis Mauro Queiroz mostra a eficiência do método usado para produzir a ovelha Dolly na obtenção de clones de embriões de vacas. Porém, diferentemente dos cientistas escoceses que criaram Dolly a partir do DNA de um animal adulto, o Brasil por enquanto planeja clonar embriões. Uma equipe da Embrapa pretende implantar os primeiros embriões clonados em mães de aluguel este ano e espera para o ano 2000 o nascimento dos primeiros clones do Brasil, bezerros da raça nelore.

Objetivo é capacitar mais cientistas no país

A tese de Queiroz é o primeiro fruto do empenho de cientistas da Embrapa e da Universidade de São Paulo (USP) em capacitar no país um número suficiente de pesquisadores para trabalhar com clonagem e outras técnicas avançadas de biotecnologia. Com o domínio desse tipo de tecnologia, o Brasil poderá reproduzir animais ameaçados de extinção, melhorar a qualidade dos rebanhos nacionais e desenvolver clones de animais transgênicos com valor comercial, como aqueles geneticamente modificados para terem, por exemplo, proteínas humanas ou darem mais leite.

- Os genes serão uma espécie de moeda do futuro. Precisamos formar gente para não ficarmos para trás - diz Rodolfo Rumpf, um dos orientadores da tese de Queiroz e coordenador de Reprodução Animal do Centro Nacional de Pesquisas de Recursos Genéticos e de Biotecnologia da Embrapa (Cenargen), em Brasília.

Queiroz, que é professor da Faculdade Integrada do Planalto Central (Fiplac), em Brasília, desenvolveu a tese no Cenargen, sob orientação de Rumpf e de José Antônio Visintin, da Faculdade de Veterinária da USP.

Apresentada oficialmente na quinta-feira, na USP, a tese mostrou que os cientistas estão no caminho certo para produzir clones. O método usado é muito semelhante ao criado por Ian Wilmut e sua equipe do Instituto Roslin, na Escócia. Os cientistas da Embrapa e da USP, todavia, almejam clonar embriões, um processo mais simples e já realizado nos Estados Unidos e na Europa.

- Usamos a metodologia clássica de transferência nuclear, isto é, transferimos o núcleo de células do embrião que se deseja clonar para o citoplasma de óvulos, cujos próprios núcleos foram removidos - explica Queiroz.

Embrapa já obteve dezenas de embriões clonados

Clonar embriões é mais fácil do que clonar animais adultos porque as células embrionárias já são naturalmente programadas para se desenvolverem e formarem um animal completo. As células de adultos, no entanto, já são diferenciadas. Cada uma tem seu papel, que pode ser formar os ossos, o cérebro, o coração ou qualquer outro órgão do corpo. Para criar um clone de adulto, os cientistas precisam fazer com que o DNA (código genético) esqueça que pertence a uma célula com papel específico e passe a se comportar como o de uma célula nas primeira etapas de formação do embrião, quando todos os tipos de células necessários a um animal são formados.

O estudo de Queiroz foi realizado com embriões de gado nelore, a raça de bovino mais comum no Brasil. Segundo ele, o Cenargen já obteve dezenas de embriões de vacas nelore clonados. Porém, eles ainda não foram transferidos para mães de aluguel, o que deve acontecer nos próximos meses.

Embora os estudos estejam sendo realizados com vacas nelore, principal raça do rebanho nacional, o primeiro alvo de clonagem da Embrapa em maior escala serão raças domésticas brasileiras em vias de extinção. Entre elas estão os bois pantaneiro, crioulo-lageano e curaleiro; e raças brasileiras de pequenos ruminantes (cabras e ovelhas).

- Neste momento, para nós o mais importante é o domínio da técnica. Só assim poderemos tornar a clonagem viável no país - diz Rumpf.

De acordo com ele, existem hoje no Brasil três laboratórios dedicados à clonagem animal. Além da USP e da Embrapa, a Universidade Estadual Paulista (Unesp) também tem um laboratório desses, coordenado por Joaquim Garcia, em Jaboticabal.

Jornal: O GLOBO / Autor: Ana Lúcia Azevedo
Editoria: Ciência e Vida / Tamanho: 669 palavras
Edição: 1 / Página: 23
Coluna: / Seção:
Caderno: Primeiro Caderno


   

Cavalos de passo renovados

Tratamento com células-tronco criado
no Brasil recupera animais valiosos.

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