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Artigos

Brasil testa células-tronco contra diabete
Jornal: O GLOBO - 02/12/2004

De quatro pacientes que receberam o tratamento, três apresentaram melhora e deixaram de tomar insulina

Leia mais: Brasil testa células-tronco contra diabete

 

Mulher recebe célula-tronco e volta a andar
Jornal: O GLOBO - 19/11/2004

Vítima de derrame recupera a fala e o controle dos movimentos depois de fazer tratamento experimental

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Tratamento de lesão dos tendões flexor digital profundo e flexor digital superficial em cavalo de salto (Holsteiner)

Loocky Lady, égua de salto de 10 anos de idade, raça Holsteiner, lesionou os tendões flexor digital superficial e flexor digital profundo, aproximadamente 20% de toda a sua estrutura, durante uma prova hípica, em 25 de junho de 2004. No final de 2004, esta égua retornou para o Haras Primavera (juiz de Fora-MG, Brasil) onde continuou o tratamento iniciado logo após a lesão.

Leia mais: flexor digital superficial

   

Tratamento de lesão de tendão flexor digital superficial em cavalo de corrida Puro Sangue Inglês (PSI)

Um cavalo de corrida de 3 anos de idade, da raça Puro Sangue Inglês (PSI) apresentou, em 08 de janeiro de 2005, lesão de aproximadamente 7 centímetros do tendão flexor digital superficial, entre as regiões
1B e 2B.

Leia mais: cavalo de corrida Puro Sangue Inglês

 

Desafios da Fecundação In Vitro Comercial

Queiroz, L.M.V.; Peixer, M.A.S.; Malard, P.F.;
Santana, G.M.; Xavier, M.C.; Sousa, R.R.

BIO – Biotecnologia em Reprodução Animal Ltda.
SMPW Quadra 5 Conj. 05 Lote 01 Casa C - Brasília-DF
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Introdução
A produção in vitro de embriões bovinos em escala comercial apresenta gargalos em sua linha operacional que a tornam distinta do modelo de produção in vitro sistematizado pelos laboratórios acadêmicos estatais. O sucesso comercial da Fecundação In Vitro (FIV) passa pela transposição de várias barreiras encontradas em seu caminho, desde aspectos relacionados ao tratamento comercial com o cliente até a seleção de receptoras e a transferência dos embriões produzidos, passando pelos desafios da rotina laboratorial. Estes pontos fazem da FIV uma técnica repleta de armadilhas, que sem muita atenção e muito siso está fadada a obter baixos resultados. O objetivo deste artigo é apresentar os pontos críticos relacionados à produção in vitro de embriões bovinos comercial na ótica observada pelo Laboratório BIO.

Produção In Vitro de Embriões Bovinos - Eleição de um Eficiente Protocolo de FIV
Diferentes protocolos de FIV são encontrados na literatura, cada qual com sua particularidade e seus respectivos resultados. Entretanto, a linha dorsal é a mesma, busca-se a maturação ovocitária in vitro, a preparação espermática, a fecundação propriamente dita e o cultivo in vitro. A diferença encontrada nos protocolos dos diferentes laboratórios comerciais são os desafios a que se propõem alcançar.

Para o Laboratório BIO, localizado em Brasília-DF, o mercado que se busca é mais amplo que a região do entorno do Distrito Federal e o estado de Goiás. Para tanto, buscamos elaborar um sistema de transporte de ovócitos eficiente, que nos permita chegar ao Laboratório após 16 horas do início da sessão de punção folicular. Para analisar a interferência do tempo na produção in vitro de embriões separamos os dados de acordo com tempo despendido entre o início da punção folicular e a chegada ao Laboratório, a saber: Grupo 1) 1 a 2 horas; Grupo 2) 3 a 5 horas; Grupo 3) 6 a 9 horas e Grupo 4) 10 a 16 horas. A taxa de produção de embriões do Grupo 1 (48%) foi superior aos Grupos 2, 3 e 4 (38%, 40% e 36%, respectivamente).

Contudo outro desafio foi lançado: estabelecer um protocolo de transporte de embriões que não interferisse significativamente na taxa de prenhez. Assim, buscamos desenvolver um sistema pelo qual o embrião deveria ser mantido por até 18 horas entre o momento do envase e a sua transferência. Não foram observadas diferenças estatísticas significativa quando comparamos as taxas de prenhezes entre os Grupos 1, 2 e 3 (41%, 40% e 37%, respectivamente), entretanto, houve diferença significativa quando comparamos com o Grupo 4 (34%).

Analisando a taxa de aproveitamento de ovócitos em prenhez, foi possível observar diferença estatistica significativa quando comparamos os Grupos 1 (20%) com os Grupos 2, 3 e 4 (16%, 15% e 12%, respectivamente). Apesar de observarmos diferenças nas taxas de produção de embriões e de prenhezes, o Grupo 4 apresenta índices comerciais positivos, o que significa que o custo da prenhez está em nível aceitável.

Particularidades Funcionais do Sêmen
O processo da fecundação in vitro propriamente dita é iniciado com a separação espermática, abordagem necessária para remoção dos espermatozóides mortos, líquido seminal e do meio de criopreservação. Normalmente, a amostra de sêmen descongelada é submetida a centrifugação, para que os espermatozóides vivos passem por um gradiente de densidade, livrando-se do material indesejável. No entanto, estas centrifugações podem incidir indesejavelmente sobre a estrutura da membrana plasmática e acrossômica dos espermatozóides e a sua cromatina. Alguns touros encontrados no mercado, com excelentes taxas de prenhezes em programas de inseminação artificial, possuem uma predisposição para estes efeitos deletérios da FIV, fazendo com que apresentem baixas taxas de fecundação, por conseguinte, clivagem e produção de embriões.

O ambiente da FIV também gera cuidados, visto que incide diretamente na performance dos espermatozóides. O meio base de FIV, a concentração de heparina, uso de antioxidantes, possuem efeitos distintos entre os touros. A grande dificuldade, neste caso, é estabelecer um protocolo único para toda a rotina laboratorial.

Cultivo In Vitro
Existem vários modelos de cultivo in vitro, que na literatura apresentam excelentes resultados. Entretanto, buscando um modelo comercial, não podemos pensar em elaborações, como o uso de hospedeiros intermediários, ou sofisticações, como o uso de atmosfera com baixo teor de oxigênio. O protocolo de cultivo in vitro deve ser sucinto e eficiente.

Transferência dos Embriões Produzidos In Vitro
Um dos pontos que mais interferem no resultado final de um programa de FIV é a qualidade da receptora no momento da transferência dos embriões. Para que a receptora esteja em condição ideal alguns pontos devem ser seguidos:
1) Um eficiente controle sanitário deve ser estruturado procurando evitar a entrada e estabelecimento de diversas doenças infecto-contagiosas, tais como, brucelose, tuberculose, leptospirose, IBR, BVD e clostridiose.
2) Adequada estratégia de mineralização e alimentação, principalmente nas épocas de seca. 3) Atualmente, diferentes protocolos de sincronização de cio de receptoras são utilizados com objetivos distintos. Dependendo da disponibilidade de receptoras e da freqüência de sessões de FIV, pode-se optar pelas seguintes metodologias: a) Aplicação de 1 dose de prostaglandina, apresenta uma taxa de sincronização de cio de 40%, entretanto possui um custo baixo; b) implante de progestágeno + estrógeno + prostaglandina, possui índice de sincronização de cio de 65% dos animais tratados; c) implante de progestágeno + estrógeno + prostaglandina + eCG, apresenta a maior taxa de sincronização de cio, entretanto o maior custo. Este protocolo é indicado para usos de receptoras em programas seqüenciados ou em fazenda com restrição de receptoras.

Características das Doadoras Destinadas para Punção Folicular
Normalmente, as doadoras que são candidatas a integrar um programa de FIV possuem alguns pré-requisitos, como por exemplo: mérito genético reconhecido, performance produtiva comprovada, histórico em pistas de julgamento, alto valor financeiro, expectativa de venda em curto prazo e patologia reprodutiva adquirida. Exceto pelo último ponto citado, este perfil faz com que a doadora mereça um tratamento especial, normalmente com um manejo nutricional com alto teor de proteína e energia, e mantidas em baias. O resultado disto é um aumento de peso da doadora, pelo acúmulo excessivo de tecido adiposo. Para a FIV, não existe combinação pior. Há diminuição do número de ovócitos viáveis (aumento do número de ovócitos desnudos e degenerados) e da taxa de produção in vitro de embriões.

No entanto, as doadoras com patologias reprodutivas adquiridas, exceto em anestro, apresentam taxas irregulares de produção de ovócitos, embriões e prenhezes que, por si só, justifica o uso da técnica.

Conclusão
A gama de aplicações da fecundação in vitro, bem como o crescimento dos seus índices de produtividade e o fortalecimento do mercado pecuário nacional vem, a cada dia, colaborando para a expansão da técnica em programas de multiplicação animal nas mais diversas regiões do Brasil.


   

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